7/23/2014

Campanha entre no seu 18º dia e nada de agenda para Altaneira

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O processo eleitoral entrou nesta quarta-feira, 23 de julho, no seu 18º (décimo oitavo) dia de intensas mobilizações, permitindo que os concorrentes a assembleia legislativa estadual, ao senado federal, ao palácio da abolição e, claro, ao palácio do planalto se agendem e visitem os municípios do estado do Ceará.

Quadro montado por este blogueiro com os principais líderes partidários local, do bloco da situação e da oposição.
No quadro o prefeito Delvamberto e a veresdora Lélia. À esquerda o ex-prefeito Dorival e o vereador Adeilton.
Espaços sociais localizados na região do cariri com Juazeiro do Norte, Barbalha e Crato já foram visitados por pelo menos dois dos que despontam como favoritos, segundo pesquisa ibope divulgada recentemente, a ser o próximo governador cearense, como Eunicio Oliveira (PMDB) e Camilo Santana (PT).

Toda via durante esses dezoitos dias de campanha nada se tem confirmado se algum dos concorrentes a chefia do executivo estadual virá a Altaneira, mesmo já tendo se definido o ciclo de apoio dos dois polos políticos partidários local. O grupo situacionista liderado pelo prefeito Delvamberto (Pros) já decretou que apoiará para governador Camilo Santana ao lado de Sineval Roque (Pros) e Genecias Noronha (solidariedade) para deputado estadual e federal, respectivamente, além de Mauro Filho (Pros) que concorre a uma vaga ao senado. Já a base de oposição a administração puxada pelo ex-prefeito Antonio Dorival (PSDB) e pelo vereador Adeilton (PP) firmaram apoio a chapa encabeçada por Eunício Oliveira e por Tasso Jereissati (PSDB).  Esse último volta a disputar uma vaga ao senado. Faz parte ainda dos apoios desse grupo os que concorrem aos cargos de deputado estadual e federal. Aparecem aqui Mauro Macedo e  Júlio Cesar Filho, respectivamente.

Apesar dos anúncios de apoios e de participações das lideranças locais em outros eventos fora das linhas divisórias de Altaneira nenhum dos dois polos confiram presença de nenhum político partidário a esta localidade. Os tradicionais pontos que funcionam nesses períodos como comitês não estão caracterizados como tais e pouco se viu de veículos adesivados.
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7/22/2014

Participação popular e reforma política formam uma agenda que incomoda o conservadorismo

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No final de maio, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a proposta de criação da Política Nacional de Participação Social (PNPS), por meio do Decreto 8.243/2014. O objetivo é articular e fortalecer as instâncias democráticas de atuação conjunta entre o governo federal e a sociedade civil. A política estabelece objetivos e diretrizes ao conjunto de mecanismos criados para possibilitar o compartilhamento de decisões sobre programas e políticas públicas, tais como conselhos, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, consultas públicas, audiências públicas e ambientes virtuais de participação social.

Ao apresentar a proposta, o governo enfatizou que ela foi construída por meio de processo participativo. O esboço do ­decreto foi submetido a uma consulta pública virtual no portal da Secretária-Geral da Presidência. O principal objetivo é a consolidação da participação social como método de governo. A ideia é que todos os órgãos e entidades da administração pública federal, direta e indireta, elaborem um plano de ação a cada dois anos para fomentar a participação social.

O tema e a prática da democracia participativa não são propriamente uma novidade no país. Entre 2003 e 2012, mais de 7 milhões de pessoas participaram de 87 conferências nacionais, em 40 áreas setoriais. No âmbito do governo federal, existem hoje mais de 120 conselhos, dos quais cerca de 40 têm na sua composição expressiva presença de representantes da sociedade civil. Além disso, estão ativas cerca de 270 ouvidorias públicas federais que auxiliam o cidadão em suas relações com o governo.

As emergentes formas de participação digital, as mobilizações e manifestações da sociedade brasileira expressam a necessidade de ampliação e qualificação dos mecanismos já existentes, bem como a criação de novos processos e formas de participação”, afirma o governo na justificativa da proposta apresentada.

Reação conservadora

O projeto provocou a reação de setores parlamentares conservadores e editoriais irados em alguns meios de comunicação. O jornal O Estado de S. Paulo, por exemplo, afirmou que a “instituição de conselhos populares abriria o risco de criação de um poder político paralelo no país”. O Estadão recorreu a alguns juristas afinados com sua tese para reforçar esses ataques. Entre eles, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que chamou o decreto de “autoritário”, e o ex-ministro do Supremo Carlos Velloso, que classificou a iniciativa de “uma coisa bolivariana, com aparência de legalidade”. As críticas do jornal chegaram ao extremo de sugerir que o objetivo de Dilma Rousseff­ seria criar uma espécie de sovietes (os conselhos de trabalhadores dos revolucionários bolcheviques) para acabar com o Parlamento.

Os críticos da iniciativa retomaram um debate que já foi superado inclusive no âmbito de organismos internacionais como o Banco Mundial e a Organização das Nações Unidas (ONU) e seu braço para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que defende o reforço de práticas democráticas de construção coletiva como condição para construção de uma nova ordem social mundial.

A Unesco apoia há anos propostas ­como: o fortalecimento da participação de movimentos sociais e outras organizações da sociedade civil no processo de tomada de decisões em nível de Estado e de governos; a criação de novas instâncias de regulação em nível nacional e internacional para fortalecer o controle e a participação da sociedade no Estado; e a abertura de espaços para atores não estatais como forma de criar uma governança do sistema mundial baseada em princípios democráticos.

Defensor da Política Nacional de Participação Social e da convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para a reforma política, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, disparou contra o que chamou de reacionarismo e elitismo do jornal: “Está faltando para os juristas do Estadão ler a Constituição Federal e a própria Lei de Responsabilidade Fiscal, pois ali tem dispositivos legais claros, incentivando a participação direta da comunidade na gestão dos negócios públicos. Às vezes o reacionarismo e o elitismo ofuscam o brilho de autores de grossos tratados sobre a democracia sem povo, que sempre consagraram a democracia como instrumento de dominação, não como processo vivo de promoção de Justiça e de combate às desigualdades sociais brutais que permeiam a nossa história”.

Via Rede Brasil Atual
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7/21/2014

Lampião não morreu em Angico?

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Virgulino Ferreira da Silva (1898 – Pernambuco), mais conhecido como “Lampião”, marcou a história do país com o seu movimento reacionário e violento pelas cidades nordestinas nas décadas de 1920 e 1930.

Após a morte de seu pai por policiais em 1919, Lampião, jurou vingança e acompanhado do seu grupo de cangaceiros, foi acusado de atacar pequenas fazendas e cidades em sete estados além de roubo de gado, sequestros, assassinatos, torturas, mutilações, estupros e saques, durante 19 anos.

Versão Oficial

A chocante fotografia acima registrada por um fotógrafo anônimo ocorreu alguns dias depois, após a madrugada do dia 28 de julho de 1938, dia em que um grupo de soldados da polícia alagoana fortemente armados e liderado pelo tenente João Bezerra, invadiu o acampamento e matou aos 10 cangaceiros que ali repousavam, em Angico – Sergipe, incluindo Lampião e sua mulher Maria Bonita. O bando foi decapitado e suas cabeças expostas como troféus na escadaria da Igreja de Santana do Ipanema.

Versão Extra

Apurando mais sobre a fatídica imagem, confrontamos com contraditórios e diversos depoimentos sobre a morte do rei do cangaço. Virgulino Ferreira da Silva não teria morrido nesse dia, e sim, em 1993 de causa natural, no interior de Minas Gerais. O fotógrafo, historiador e escritor, José Geraldo Aguiar, autor do livro “Lampião o Invencível – Duas vidas, duas mortes, o outro lado da moeda”, pesquisou a vida do cangaceiro por 17 anos e é o nome mais forte entre os defensores da tese de que Lampião não morreu em Angico.

Aguiar, que entrevistou Lampião em 1992, descobriu em sua pesquisa que o cangaceiro tinha vários sósias na época usados para distrair as autoridades, que as cabeças foram apresentadas apenas quatro dias depois de serem decapitadas e em mal estado de conservação, que o tenente Bezerra responsável pela sua morte, era na verdade seu amigo e fornecedor de armas e munição ao grupo, e que diante de um alto suborno deixou que o cangaceiro, sua amada e outros homens do grupo escapassem.

Outra Teoria:


O verdadeiro Lampião, à esquerda. O pretenso Lampião de Buritis, à direita. Notar o formato diferente do queixo. Foto do livro Lampião – Entre a Espada e a Lei” do Pesquisador e escritor potiguar Sérgio Augusto de Souza Dantas.

As evidências estão sobre a mesa.

Via Nação Nordestina
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Eleições 2014: Mobilização das lideranças política de Altaneira ainda não chegou ao município

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A campanha entra em seu décimo quinta dia hoje (20/07), mas, até agora, pouco se viu da estrutura das coligações majoritária e proporcionai nas ruas de Altaneira. A principais lideranças políticas do Município se mobilizaram, mas apenas em eventos regionais das campanhas majoritárias.

Esquinas das ruas Dep. Furtado Leite e Padre Agamenon
Coelho: Foto: Raimundo Soares Filho
O prefeito Delvamberto Soares (Pros) acompanhado da presidente da Câmara Municipal, Leila de Oliveira (PCdoB) e dos vereadores Antonio Leite (Pros) e Edezyo Jalled (Solidariedade) e de vários secretários participou da primeira caminhada de Camilo Santana na cidade de Barbalha.

O ex-prefeito Dorival de Oliveira (PSDB) acompanhado dos vereadores Genival Ponciano (PTB), Professor Adeilton (PP) e da vereadora Zuleide Oliveira (PSDB) participaram de uma reunião com Eunicio e Roberto Pessoa em um hotel de luxo na cidade de Juazeiro do Norte.

Em Altaneira, ainda não se viu adesivos, bandeiras, militantes, nem tão poucos carros de som. O único ato de campanha visto se deu nas redes sociais com a colocação da marca do candidato a deputado Julio Cesar Filho no avatar do vereador Adeilton na sua conta do Facebook.

O presidente do Democratas, Lourival da Silva Bezerra, confirmou o apoio do grupo de oposição as candidaturas majoritárias de Eunicio e Tasso e para as proporcionais Mauro Macedo (Federal) e Julio Cesar Filho (Estadual).

No grupo da base do prefeito está confirmado o apoio ao deputado federal Genecias Noronha (Solidariedade) e ao deputado estadual Sineval Roque, mas existem rumores de promessa de votos para o também deputado estadual Daniel Oliveira (PMDB).
Nenhum dos dois maiores grupos políticos do município definiram datas para os atos de campanha, o que deve acontecer nos próximos dias.

Publicado originalmente no Blog de Altaneira
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7/20/2014

Eleitores em Altaneira representam mais de 80% da população

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O município de Altaneira, localizado na região do cariri, é um dos poucos do Estado do Ceará onde o número de eleitores soma mais de 80 % do número de habitantes.

Altaneira registrada pelo Professor Fabrício Ferraz a
100 metros de altura.
Segundo dados do censo realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, Altaneira conta com uma população equivalente a 6.856 habitantes. A pesquisa revela que houve um aumento de 1.169 pessoas em relação à população registrada no último Censo. Em 2000, o município contava com 5.687 habitantes. Dentre os fatores que permitem esse crescimento populacional pode-se apontar o retorno de nativos a terra natal, seja por falta de oportunidades de emprego no local onde estavam seja também pelas oportunidades registradas na terra “alencarina”, como é saudosamente denominada, em virtude de concurso público.

Um dado curioso é que desse total, 86,3% são eleitores. Nas eleições de 2010 o município tinha 5.685 eleitores. De acordo com levantamentos feitos no site do Tribunal Regional Eleitoral do Estado – TRE-CE, no último pleito, em 2012, o município teve 233 eleitores a mais, registrando, portanto, 5.918 pessoas aptas a votar, fazendo com que este espaço social tenha tido um crescimento de  1,7% se comparado o último período eleitoral.

Esta é a primeira vez, nos últimos 10 anos, que a evolução do eleitorado altaneirenses se assemelha com o crescimento dos eleitores no Estado (1,2%) e no País (1,5%) e coincide com a mudança de comando do Governo Municipal”, ressaltou o jurista e blogueiro Raimundo Soares Filho no seu Blog de Altaneira.

No quesito gênero esse município não foge a regra do registrado no país, haja vista serem as mulheres a grande maioria do eleitorado. Dos quase 6.000 eleitores, essa classe social alcança o número de 3.082, perfazendo mais de 50%. Os homens somam 2.864 eleitores.

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7/19/2014

Universitária Altaneirense desenvolve projeto Atlas Geográfico Escolar

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A estudante concluinte do curso de Geografia da Universidade Regional do Cariri – URCA, Antônia Marinalva Rodrigues Feitosa em conjunto com as professores Antônia Carlos da Silva e Maria de Lourdes Carvalho Neta vem desenvolvendo desde o ano de 2012 um projeto de extensão universitária intitulado Atlas Geográfico Escolar de Altaneira.

Marinalva Rodrigues durante apresentação de trabalho
científico na URCA. Foto: Silvia Sousa.
De iniciativa das docentes mencionadas acima, mestres da referida instituição de ensino superior, o projeto as tem como coordenadoras e conta com colaboração nas pesquisas da universitária altaneirense Marinalva Rodrigues, visando fomentar o debate na produção de material didático e de apoio pedagógico direcionado a educação básica. 

Faz parte também dos objetivos desse ensaio promover e sistematizar diálogos entre a universidade e a escola por meio da produção de gêneros textuais que relacionem os recursos da cartografia escolar ao estudo da geografia local, por conhecer as dificuldades dos professores em encontrar produções para os estudos da localidade, como também da linguagem inadequada das fontes disponíveis, vindo a atender aos alunos da educação básica, bem como aos demais membros da comunidade. Segundo informações de Francilene Oliveira, em publicação sobre o projeto no blog da Rádio, este intento conta com o apoio da secretaria municipal da educação - SME, além de ter como parceiros universitários e outras instituições.

Marinalva já apresentou trabalhos tendo como norte de discussão o atlas escolar em vários espaços acadêmicos. Cita-se aqui a XVI semana de iniciação científica da URCA em 2013, o Encontro Universitário da Universidade Federal do Cariri-UFCA no mesmo ano. Fez parte do palco de apresentações de Marinalva com a temática “Uma contribuição ao estudo da geografia local: os percursos metodológicos da produção do Atlas Escolar de Altaneira-Ce”, o VI Congresso Brasileiro de Extensão Universitária – VI CBU, que se deu em Belém-Pará.

A estudante altaneirense também demonstra preocupação com os problemas ambientais, principalmente os advindos dos lixos jogados e espalhados a céu aberto, tanto que já escreveu um artigo tendo como um dos enfoques os problemas dos lixões, os aterros sanitários com um olhar para esta localidade. Ela deve concluir sua graduação ainda este ano.


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Do Diário do Centro do Mundo: O que se aprende com o novo embate Lula-FHC

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Clap, clap, clap.

Aplaudo de pé uma frase de Lula de hoje: “Não leio FHC”.

É um aplauso apartidário e apolítico. Quero com isso dizer o seguinte: aplaudiria também FHC se ele dissesse que não lê Lula.

Ex-presidente Lula (Heinrich Aikawa/Instituto Lula).
Lula disse o que disse quando jornalistas lhe perguntaram o que achara de um artigo de FHC em que este acusava Lula de tergiversar quando o assunto é o Mensalão.

A sabedoria da resposta reside no seguinte: você não deve ler quem aborrece você.

Já escrevi sobre isso. Falei do “BIM”, o Brasileiro Indignado com a Mídia. É alguém de esquerda, homem ou mulher, e que gasta o seu dia lendo os blogueiros da Veja, ouvindo os comentaristas da CBN e vendo, à noite, os telejornais da Globo.

No dia seguinte a esse massacre jornalístico, ele posta sua raiva nas redes sociais.

Não se dá conta de que está alimentando o inimigo com seu consumo indigesto de notícias, e fazendo mal a si próprio.

Reinaldo Azevedo sempre tripudia sobre os “petralhas” que o lêem. (Azevedo parece mais orgulhoso por ter criado a palavra “petralha” do que Balzac por ter criado A Comédia Humana.)

Vejo alguns BINS alegarem que é importante conhecer o pensamento dos adversários. Ora, há maneiras menos penosas de fazer isso.

Há uma triagem natural que faz com que os textos ou vídeos importantes cheguem a você na internet.

Eu, por exemplo. Não tive que ouvir Jabor todo dia para, em determinado momento, saber que ele, na CBN, avisou em maio que o Brasil daria um vexame mundial na organização da Copa.

Penso em Gandhi, e vejo nele uma ação que deveria inspirar o BIM. Num determinado momento de sua vida, Gandhi comandou um boicote de produtos dos imperialistas ingleses.
Talvez um boicote funcionasse melhor do que posts irados nas redes sociais, e o desgaste físico e emocional dos indignados seria bem menor.

Lula faz isso. Boicota os artigos de FHC. Não é a primeira vez que o vejo agir assim. Ele já contou que, num certo momento de sua gestão, parou de acompanhar a mídia, ou enlouqueceria.
É o chamado manual de sobrevivência.

Na minha carreira jornalística, deixei um dia de ler a Folha, que me fazia mal por sua arrogância e negativismo. Também deixei de ver o Jornal Nacional, por achar maçante e obcecado com más notícias.

Minha carreira não sofreu prejuízo nenhum com tais decisões. O tempo ganho ao não ler a Folha e não ver o JN acabou dedicado a coisas mais proveitosas para minha ascensão pessoal e profissional.

Eventuais – raras – coisas importantes da Folha ou JN sempre acabaram chegando até mim.

Não ler o que enraivece você é um ato filosófico.

Aplaudi Lula, e aplaudirei FHC se um dia ele disser: “Não leio o Lula”.


A análise é de Por Paulo Nogueira e foi publicado originalmente no Diário do Centro do Mundo

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7/18/2014

No dia de proteção a floresta Trilha Sítio Poças ganha replantio compensatório

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João Bel regando mudas na Trilha Sítio
Poças. Foto: Raimundo Soares Filho.
Desde que foi construída e inaugurada em começos de março do corrente ano a Trilha do Sítio Poças, localizado no município de Altaneira, em propriedade do ex-vice prefeito e atual vice-presidente da Associação Beneficente de Altaneira – ABA, entidade mantenedora da Rádio Altaneira FM, Raimundo Soares, conhecido popularmente como “seu mundim”, teve que passar de áreas antes pouco conhecidas para espaços que fosse necessário ao percurso humano. 

Para o surgimento da trilha ecológica foi necessário a descobertas de matas e o seu corte, o que demandou, por parte dos organizadores, um comprometimento em preservar vestígios históricos que comprovam a existência de moradores outrora naquele lugar, como restos de paredes de casas e, claro, uma consciência ambiental.

Participantes do curso de condutor de
trilha plantando mudas.
Foto: Raimundo Soares Filho.
Nesse espaço já foi realizado algumas competições esportivas, principalmente voltadas para o ciclismo e algumas visitas de professores para aulas de campo.  Ainda assim, a principal preocupação é com a recuperação da área a partir do replantio.  No início do ano foram doadas 300 (trezentas) mudas e logo plantadas ao redor do percurso.

Nesta quinta-feira, 17 de julho, dia em que se é comemorado o Dia da Proteção das Florestas a trilha ganhou mais vivacidade. Um dos grandes idealizadores desse projeto trilheiro no município, o jurista e blogueiro Raimundo Soares Filho, afirmou em no seu Blog de Altaneira que o espaço supracitado ganhou mais 30 mudas de arvores frutíferas e outras nativas, como aroeiras, angicos e pau ferro.

Soares ressaltou que desse total, 12 (doze) já foram de imediato plantadas pelos participantes do curso de condutor de trilha desenvolvida em grande parte nessa própria localidade. Ainda assim, ele frisa que o proprietário Mundim sente-se angustiado com a possibilidade de incêndio, haja vista a falta de chuva e as árvores perderem as folhas nesse período. Desta feita é preciso redobrar a atenção dos visitantes quanto à conscientização ambiental.




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